O problema
IA para PMEs SaaS e B2B: saia de pilotos de IA e coloque um sistema em produção. Stack desconectada, GTM manual e camada de IA conectada à operação real — diagnóstico e primeiro workflow em semanas.
O que muda com o sistema.
- Dono ou gestor opera a empresa e ainda executa tarefas manuais que consomem horas por dia.
- Ferramentas contratadas não conversam entre si — dado tem que ser copiado manualmente.
- Pilotos de IA testados mas que nunca viraram sistema em produção ou escala.
- Crescimento travado porque a operação não escala sem contratar mais pessoas.
- Tarefas repetitivas — relatórios, follow-ups, triagens — executadas por sistema.
- Stack conectada: dado entra uma vez e aparece onde é necessário.
- Primeiro workflow de IA em produção em até 4 semanas do diagnóstico.
- Operação escala sem contratar na mesma proporção — time foca no que gera receita.
Onde este sistema vira rotina executiva.
Operações e back-office
Lida com triagens, documentos e handoffs manuais que atrasam todo o time. Resultado: Recebe fluxos com critérios claros, automação onde é seguro e revisão humana nas exceções.
CS, suporte ou atendimento
Perde contexto entre canais e repete respostas ou triagens simples todos os dias. Resultado: Organiza solicitações, base de conhecimento e escalações com rastreabilidade.
Gestor de PME
Depende de uma pessoa-chave e não sabe qual processo automatizar primeiro. Resultado: Sai com primeiro workflow em produção e documentação para o time operar.
Planilhas, formulários e documentos internos
Fonte usada para alimentar e validar a rotina operacional.
E-mail, WhatsApp e ferramentas de atendimento
Fonte usada para alimentar e validar a rotina operacional.
Notion, Trello, Asana, Monday ou gestão de tarefas
Fonte usada para alimentar e validar a rotina operacional.
Base de conhecimento, SOPs e políticas internas
Fonte usada para alimentar e validar a rotina operacional.
ERP, financeiro, pedidos ou sistemas operacionais
Fonte usada para alimentar e validar a rotina operacional.
Impacto mensurável na operação.
economizadas por semana em tarefas repetitivas
do diagnóstico ao primeiro sistema em produção
sem necessidade de equipe técnica interna
Tipos de entrega que saem do sistema.
- Fila de triagem com prioridade e responsável
- Documento ou checklist gerado por contexto
- Relatório de gargalos e exceções
- Base de conhecimento atualizada por dúvidas reais
Como medir se virou autoridade operacional.
- Tempo médio de ciclo do processo
- Volume de tarefas automatizadas
- Taxa de exceções escaladas para humano
- Retrabalho ou erro operacional evitado
Do mapeamento à entrega contínua.
Identificamos onde pilotos de IA não escalaram e onde a stack desconectada limita ARR e eficiência.
Priorizamos o workflow que gera mais impacto com o menor esforço — camada de IA conectada ao trabalho real.
O sistema é configurado com ferramentas acessíveis e entregue com documentação simples.
O time aprende a operar e a Harpia monitora qualidade no primeiro mês.
Do diagnóstico ao go-live.
Identificamos tarefas repetidas, exceções, responsáveis e pontos onde a automação pode errar.
Definimos regras, canais, permissões e fontes necessárias para operar com segurança.
Construímos o primeiro fluxo com logs, fallback humano e checklist de qualidade.
Monitoramos volume, erro, retrabalho e economia de tempo antes de expandir para outro processo.
